segunda-feira, 22 de novembro de 2010

veja vejo bem vejas bem vejamos bem bem bem
ai como é bom se perder por ai
ai como eu me perco por ai
beijo e beijo bem bem bem
elesvem e elas................................... vão
elasvem e............................................ eles................ vão
ai ai ai
só preciso me perder por ai
intentando frase e beijos e abraços e como vai? e como vem?
ai ai ai
só não tenho presa pelos meus 2 anos de idade
menino mijão de leito nupcial
a amar a marca
a marca é amarela e não vermelha
medo de fezes fecundas
trampolim dos perdidos e das perdições
quero perder por ai
ai ai ai
pode e como pode
ai ai ai
vejam e vejo bem bem bem
cuidar meus amigos
ele vai te conquistar
mas só podemos nos perder por ai
ai ai ai

intente cinco milhões de beijos que eles vão te pegar

e seguindo nossos caminhos meus amiguinhos nos perdemos por ai

ai ai ai

só podemos nos perder por ai

ai ai ai

celebre os olhares e deixe eles te pegar

veja bem como faz bem bem bem

vamos lá

coragem dos que tem medo

vamos lá

ai ai ai

canções ousadas

cheias de vida vivida

de vida trepada

emaranhada

ai ai ai

me perco por ai

e me perco por que me acho

e me acho por que me perco

ai ai ai

então vamos nos perder por ai

ai ai ai

perceba meus amiguinhos

ele vai te pegar

só podemos nos achar por ai

ai ai ai

só podemos nos perder por ai

ai ai ai

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

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O viço genial de sua virilidade juvenil!

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sábado, 2 de janeiro de 2010

Pai e mãe é que nem criança: só faz o que quer!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009


Eu só queria esquecer e ter lugares legais pra ir.

Apontei o lápis: viajar foi a melhor saída.

O impasse brutal do corpo que precisa de atenção.

Não faz mal.

Não interessa saber quem eu sou.

Só preciso do que gosto.

Ando pensando na vida.

Uma seriedade de aprender alguma coisa de olhos fechados.

Ou talvez só quis fugir.

Uma tentativa de pensar por mim mesmo, ser livre.

Tudo que eu quis foi um esconderijo onde você pudesse aparecer e passar uma noite.

Quantas manhãs? Quantas semanas?

Só olhar para traz.

É o futuro debruçado na minha janela.

O que tenho é urgente.

O amor não pode ser desonesto..

Por isso fujo,

mesmo sem saber,

sem contar estorias.

Só vou brotar em outros carnavais.

E lembranças...

só do futuro.

O que penso da vida?!?!

O que sinto por aquele que amo?!?!

Sinceridade, constância, fruto, flor.

Cuidado, não feche os olhos.

Não nestes carnavais, não no mosca.

É desonesto, não brota o brilho do que é verdadeiro.

Não entendo minha fuga, mas eu sei porque fugi.

Ainda lembro.


Você sabe?

És capaz de responder?

Acredita em um gesto de ajuda?

Tem compaixão?

E o gosto do vivo?

Liberdade?

Na frente ou atrás?

Por que fazer do amor uma coisa e sobretudo desonesto?

Sabes contar estórias com o olhar?

Lembranças?