sábado, 2 de janeiro de 2010

Pai e mãe é que nem criança: só faz o que quer!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009


Eu só queria esquecer e ter lugares legais pra ir.

Apontei o lápis: viajar foi a melhor saída.

O impasse brutal do corpo que precisa de atenção.

Não faz mal.

Não interessa saber quem eu sou.

Só preciso do que gosto.

Ando pensando na vida.

Uma seriedade de aprender alguma coisa de olhos fechados.

Ou talvez só quis fugir.

Uma tentativa de pensar por mim mesmo, ser livre.

Tudo que eu quis foi um esconderijo onde você pudesse aparecer e passar uma noite.

Quantas manhãs? Quantas semanas?

Só olhar para traz.

É o futuro debruçado na minha janela.

O que tenho é urgente.

O amor não pode ser desonesto..

Por isso fujo,

mesmo sem saber,

sem contar estorias.

Só vou brotar em outros carnavais.

E lembranças...

só do futuro.

O que penso da vida?!?!

O que sinto por aquele que amo?!?!

Sinceridade, constância, fruto, flor.

Cuidado, não feche os olhos.

Não nestes carnavais, não no mosca.

É desonesto, não brota o brilho do que é verdadeiro.

Não entendo minha fuga, mas eu sei porque fugi.

Ainda lembro.


Você sabe?

És capaz de responder?

Acredita em um gesto de ajuda?

Tem compaixão?

E o gosto do vivo?

Liberdade?

Na frente ou atrás?

Por que fazer do amor uma coisa e sobretudo desonesto?

Sabes contar estórias com o olhar?

Lembranças?

.




Salvem o princípio do fim!




.

Flores,existecaminho?épossívelfugir?

éprovavelsaberouficaremossempreassimsemsaber?